Tabagismo acelera o envelhecimento da pele e compromete a beleza, alerta especialista

No Dia Nacional do Combate ao Fumo, celebrado em 29 de agosto, além dos conhecidos riscos à saúde como câncer e doenças cardiovasculares, um aspecto pouco discutido também merece atenção: os efeitos do cigarro na beleza e vitalidade da pele.

De acordo com a médica Dra. Fernanda Nichelle, especialista em estética, fumar pode ser tão prejudicial para a aparência quanto para os órgãos internos. “A nicotina estimula a formação de radicais livres, que aceleram o processo de envelhecimento cutâneo e reduzem a produção de colágeno. Isso leva ao surgimento precoce de rugas, linhas de expressão, manchas e uma coloração acinzentada da pele”, explica.

Essas alterações, segundo a especialista, afetam todo o corpo, mas são mais perceptíveis no rosto, justamente por estar sempre exposto à poluição e ao sol. “O resultado é uma pele opaca, sem luminosidade e com poros mais visíveis, o que impacta diretamente na autoestima e na sensação de bem-estar”, acrescenta.

Embora existam alternativas estéticas capazes de amenizar os danos como peeling, laser e bioestímulos de colágeno. A Dra. Fernanda reforça que nenhum tratamento é capaz de neutralizar completamente os estragos enquanto o hábito de fumar persistir.

Além da estética, há um risco ainda mais grave: “O cigarro também aumenta a probabilidade de câncer de pele, já que provoca mutações no DNA celular”, alerta a médica.

Assim, o Dia Nacional do Combate ao Fumo reforça uma mensagem que vai além da saúde: abandonar o cigarro é também um gesto de autocuidado e preservação da beleza natural.

By Informativo Rio

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